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  • Hub de inovação Avance chega ao mercado com dois investimentos iniciais em startups agrícolas; saiba mais e veja como funciona o projeto da Coplacana

    O setor AgTech conta agora com mais um hub de inovação. A Cooperativa dos Plantadores de Cana do Estado de São Paulo (Coplacana) lançou o Avance – Tecnologia para o Mundo, que a entidade define como um acelerador de empreendedores com o objetivo de colocar startups dos setores de agronegócio, saúde, telecomunicações, mineração e financeiro no mercado comercial. A sede  é o Centro Canagro “José Coral”, em Piracicaba, e atende empreendedores de todo o país.

    Um dos objetivos do hub é aproximar o mercado de cana e as startups. O diretor do Departamento de Inovação do Avance, Klever Coral, acredita que novas tecnologias podem ser aplicadas em empresas de pequeno, médio e grande portes. “Este ano decidimos destinar de 2% a 3% da receita da cooperativa e já iniciamos nossa plataforma de investimentos em duas startups”. Em 2017, o faturamento chegou a R$ 1,3 bilhão e a expectativa é de que em cinco anos o valor chegue em R$ 2,5 bilhões.

    Os primeiros investimentos do Avance – que totalizam R$ 1,5 milhão -  foram feitos nas startups @Tech, do setor pecuário, e na Agrorobótica, do setor de agronegócio.

    A essência do Avance é conectar as empresas com tecnologias disponíveis para que façam ligação direta com os cooperados. Pelo hub é possível validar e disponibilizar comercialmente os produtos, serviços e soluções propostas pelas startups. Outra ação já desempenhada pelo Avance é o convênio com a Brain, hub de inovação da Algar em Uberaba (MG).

    Cooperados

    A Coplacana é uma cooperativa agrícola que está presente em São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Goiás. A entidade possui mais de 10 mil cooperados, entre pessoas físicas e jurídicas, que são consumidores potenciais das tecnologias desenvolvidas pelas startups.

    Além do acesso a clientes, o Avance pode realizar aportes financeiros para a aceleração dos negócios, mentorias, além de compartilhar conhecimento, experiência e tradição de mercado.

    O post Avance, hub de inovação da Coplacana, quer aproximar mercado de cana e startups apareceu primeiro em StartAgro.

    Avance, hub de inovação da Coplacana, quer aproximar mercado de cana e startups

    Hub de inovação Avance chega ao mercado com dois investimentos iniciais em startups agrícolas; saiba mais e veja como funciona o projeto da Coplacana

    O setor AgTech conta agora com mais um hub de inovação. A Cooperativa dos Plantadores de Cana do Estado de São Paulo (Coplacana) lançou o Avance – Tecnologia para o Mundo, que a entidade define como um acelerador de empreendedores com o objetivo de colocar startups dos setores de agronegócio, saúde, telecomunicações, mineração e financeiro no mercado comercial. A sede  é o Centro Canagro “José Coral”, em Piracicaba, e atende empreendedores de todo o país.

    Um dos objetivos do hub é aproximar o mercado de cana e as startups. O diretor do Departamento de Inovação do Avance, Klever Coral, acredita que novas tecnologias podem ser aplicadas em empresas de pequeno, médio e grande portes. “Este ano decidimos destinar de 2% a 3% da receita da cooperativa e já iniciamos nossa plataforma de investimentos em duas startups”. Em 2017, o faturamento chegou a R$ 1,3 bilhão e a expectativa é de que em cinco anos o valor chegue em R$ 2,5 bilhões.

    Os primeiros investimentos do Avance – que totalizam R$ 1,5 milhão -  foram feitos nas startups @Tech, do setor pecuário, e na Agrorobótica, do setor de agronegócio.

    A essência do Avance é conectar as empresas com tecnologias disponíveis para que façam ligação direta com os cooperados. Pelo hub é possível validar e disponibilizar comercialmente os produtos, serviços e soluções propostas pelas startups. Outra ação já desempenhada pelo Avance é o convênio com a Brain, hub de inovação da Algar em Uberaba (MG).

    Cooperados

    A Coplacana é uma cooperativa agrícola que está presente em São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Goiás. A entidade possui mais de 10 mil cooperados, entre pessoas físicas e jurídicas, que são consumidores potenciais das tecnologias desenvolvidas pelas startups.

    Além do acesso a clientes, o Avance pode realizar aportes financeiros para a aceleração dos negócios, mentorias, além de compartilhar conhecimento, experiência e tradição de mercado.

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  • Vivo, Raízen e Ericsson, por meio da Wayra e do Pulse e em parceria com a EsalqTec, criaram o Agro IoT Lab 2018, programa de desenvolvimento de aplicações para o campo com foco em Internet das Coisas (IoT).  A chamada para as startups que quiserem participar já começou. As inscrições devem ser feitas no portal www.pulsehub.com.br até o dia 14 de outubro.

    O processo é aberto a todas startups que tenham interesse em desenvolver e acelerar projetos para o agronegócio, com foco em soluções e produtos tecnológicos como IoT, energia, hardware, Inteligência Artificial, Machine Learnig, SaaS, Big Data, Cloud Computing, E2E (end to end), entre outros.

    Pelo projeto, que alia as expertises das três empresas, a Vivo levará a sua rede móvel 4G para o campo, utilizando a frequência de 450Mhz, enquanto a Ericsson fornecerá apoio às empresas por meio do uso de plataformas de software para IoT. A Raízen, por sua vez, oferecerá infraestrutura agrícola e o acesso aos canaviais.

    Processo de seleção

    Os projetos serão avaliados em duas etapas por uma equipe de especialistas formada por integrantes da Wayra, braço de empreendedorismo e inovação aberta da Vivo, e o Pulse, hub de inovação da Raízen.

    Os dez selecionados terão acesso ao espaço compartilhado do Pulse, localizado em Piracicaba, e a toda a sua infraestrutura de mentoria, workshops networking treinamentos aplicados ao agronegócio, além de terem a possibilidade de participar do ecossistema da Wayra com mentorias, workshops e treinamentos aplicados ao negócio. As empresas serão acompanhadas pela Wayra e, caso faça sentido para os dois lados, poderão receber investimento no futuro. A EsalqTec auxiliará os selecionados na facilitação acadêmica das tecnologias.

    “Essa união tem como objetivo desenvolver as tecnologias que colocarão o agronegócio no mundo da Internet das Coisas, apoiando-se no ecossistema de inovação aberta, com startups de base tecnológica focadas em resolver as necessidades do campo”, afirma a diretora de Inovação e Produtos B2B da Vivo, Debora Ignácio Bortolasi.

    “Esse acordo já uniu grandes players da indústria, cada um com sua liderança e expertise, e agora ficará ainda mais completo ao trazer as startups para ampliar o uso de nossas redes móveis e plataforma de internet das coisas no setor agrícola” afirma o vice-presidente de Estratégia da Ericsson, Vinicius Dalben.
    “A chamada de startups é mais um reflexo do posicionamento do Pulse como um local de oxigenação de ideias que fortaleçam e desenvolvam a economia nacional. A parceria reforça nosso compromisso de atuar dentro de toda a cadeia produtiva e apoiar a evolução tecnológica no campo e na indústria de forma assertiva, buscando as melhores soluções que possam ser aplicadas com escalabilidade como resposta às necessidades de negócios do dia a dia”, afirma Fábio Mota, Head do Pulse.

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    Raízen, Vivo e Ericsson lançam programa para AgTechs com foco em Internet das Coisas

    Vivo, Raízen e Ericsson, por meio da Wayra e do Pulse e em parceria com a EsalqTec, criaram o Agro IoT Lab 2018, programa de desenvolvimento de aplicações para o campo com foco em Internet das Coisas (IoT).  A chamada para as startups que quiserem participar já começou. As inscrições devem ser feitas no portal www.pulsehub.com.br até o dia 14 de outubro.

    O processo é aberto a todas startups que tenham interesse em desenvolver e acelerar projetos para o agronegócio, com foco em soluções e produtos tecnológicos como IoT, energia, hardware, Inteligência Artificial, Machine Learnig, SaaS, Big Data, Cloud Computing, E2E (end to end), entre outros.

    Pelo projeto, que alia as expertises das três empresas, a Vivo levará a sua rede móvel 4G para o campo, utilizando a frequência de 450Mhz, enquanto a Ericsson fornecerá apoio às empresas por meio do uso de plataformas de software para IoT. A Raízen, por sua vez, oferecerá infraestrutura agrícola e o acesso aos canaviais.

    Processo de seleção

    Os projetos serão avaliados em duas etapas por uma equipe de especialistas formada por integrantes da Wayra, braço de empreendedorismo e inovação aberta da Vivo, e o Pulse, hub de inovação da Raízen.

    Os dez selecionados terão acesso ao espaço compartilhado do Pulse, localizado em Piracicaba, e a toda a sua infraestrutura de mentoria, workshops networking treinamentos aplicados ao agronegócio, além de terem a possibilidade de participar do ecossistema da Wayra com mentorias, workshops e treinamentos aplicados ao negócio. As empresas serão acompanhadas pela Wayra e, caso faça sentido para os dois lados, poderão receber investimento no futuro. A EsalqTec auxiliará os selecionados na facilitação acadêmica das tecnologias.

    “Essa união tem como objetivo desenvolver as tecnologias que colocarão o agronegócio no mundo da Internet das Coisas, apoiando-se no ecossistema de inovação aberta, com startups de base tecnológica focadas em resolver as necessidades do campo”, afirma a diretora de Inovação e Produtos B2B da Vivo, Debora Ignácio Bortolasi.

    “Esse acordo já uniu grandes players da indústria, cada um com sua liderança e expertise, e agora ficará ainda mais completo ao trazer as startups para ampliar o uso de nossas redes móveis e plataforma de internet das coisas no setor agrícola” afirma o vice-presidente de Estratégia da Ericsson, Vinicius Dalben.
    “A chamada de startups é mais um reflexo do posicionamento do Pulse como um local de oxigenação de ideias que fortaleçam e desenvolvam a economia nacional. A parceria reforça nosso compromisso de atuar dentro de toda a cadeia produtiva e apoiar a evolução tecnológica no campo e na indústria de forma assertiva, buscando as melhores soluções que possam ser aplicadas com escalabilidade como resposta às necessidades de negócios do dia a dia”, afirma Fábio Mota, Head do Pulse.

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  • Horus ofereceu 11,76% de participação societária, na forma de 400 lotes de ações preferenciais no valor unitário de R$ 5 mil cada uma.Veja os detalhes

    A Horus, startup AgTech de drones que faz parte do portfólio de investidas da SP Ventures, alcançou nesta segunda-feira (3/9) a marca de R$ 2 milhões de investimento captados via crowdfunding. O montante foi obtido em 34 dias, antes do prazo final estabelecido para a campanha. O canal utilizado foi a Eqseed, plataforma de investimento online.

    Em contrapartida ao investimento de R$ 2 milhões, a Horus ofereceu 11,76% de participação societária, na forma de 400 lotes de ações preferenciais no valor unitário de R$ 5 mil cada uma, segundo informação que consta na plataforma de captação.

    “Foi a maior rodada realizada no Brasil e a primeira numa em empresa AgTech”, diz Fabrício Hertz, um dos fundadores e CEO da Horus. “Estávamos avaliando algumas alternativas de investimento, e o crowdfunding surgiu como uma maneira bastante ágil e nada burocrática para realizar a captação”, afirmou ao StartAgro. “O crowdfunding já é uma ferramenta utilizada em outros países e pode ser muito bem empregado na realidade das AgTechs. Devido a toda segurança jurídica, eficiência no processo de captação e possibilidade de democratizar a ferramenta de investimento, o instrumento é válido em captações do tipo seed, série A ou investimento bridge para projetos”.

    Francisco Jardim, sócio da SP Ventures, que investiu R$ 3 milhões na Horus em abril de 2017, diz que esse é o primeiro processo de crowdfunding do portfólio da gestora de investimentos. “O objetivo é democratizar o acesso ao investimento nas melhores startups de tecnologia pro campo.”

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    Horus capta investimento de R$ 2 milhões via crowdfunding

    Horus ofereceu 11,76% de participação societária, na forma de 400 lotes de ações preferenciais no valor unitário de R$ 5 mil cada uma.Veja os detalhes

    A Horus, startup AgTech de drones que faz parte do portfólio de investidas da SP Ventures, alcançou nesta segunda-feira (3/9) a marca de R$ 2 milhões de investimento captados via crowdfunding. O montante foi obtido em 34 dias, antes do prazo final estabelecido para a campanha. O canal utilizado foi a Eqseed, plataforma de investimento online.

    Em contrapartida ao investimento de R$ 2 milhões, a Horus ofereceu 11,76% de participação societária, na forma de 400 lotes de ações preferenciais no valor unitário de R$ 5 mil cada uma, segundo informação que consta na plataforma de captação.

    “Foi a maior rodada realizada no Brasil e a primeira numa em empresa AgTech”, diz Fabrício Hertz, um dos fundadores e CEO da Horus. “Estávamos avaliando algumas alternativas de investimento, e o crowdfunding surgiu como uma maneira bastante ágil e nada burocrática para realizar a captação”, afirmou ao StartAgro. “O crowdfunding já é uma ferramenta utilizada em outros países e pode ser muito bem empregado na realidade das AgTechs. Devido a toda segurança jurídica, eficiência no processo de captação e possibilidade de democratizar a ferramenta de investimento, o instrumento é válido em captações do tipo seed, série A ou investimento bridge para projetos”.

    Francisco Jardim, sócio da SP Ventures, que investiu R$ 3 milhões na Horus em abril de 2017, diz que esse é o primeiro processo de crowdfunding do portfólio da gestora de investimentos. “O objetivo é democratizar o acesso ao investimento nas melhores startups de tecnologia pro campo.”

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  • Startups Agtech da Índia

    Grupo quer conhecer cases de sucesso de startups AgTech da Índia e promover intercâmbio comercial, que pode resultar em vendas futuras de grãos de soja não transgênica e feijão

    O projeto AgriHub, do Sistema Famato, iniciou uma missão técnica para conhecer as novas tecnologias e o ecossistema de startups AgTech da Índia, um dos principais países no ranking global do ecossistema de startups. Iniciada nesta quinta-feira (23/08), a jornada se estende até 1º de setembro, quando o grupo participará da 10ª Feira AgriTech em Bangalore, capital do estado de Karnataka. A AgriTech Índia é uma feira internacional de agronegócio voltada à exposição de equipamentos, produtos e soluções tecnológicas. A estimativa dos organizadores é receber cerca de 40 mil visitantes.

    “O AgriHub foi convidado para participar dessa feira. Será uma oportunidade interessante para conhecer as ideias e inovações das empresas e startups indianas e de outros países que trabalham com gestão de irrigação, manejo de solo, logística e armazenamento, por exemplo”, afirma o segundo vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Marcos da Rosa.

    Além de ir à feira, o grupo que participara da missão técnica, composta por 15 participantes - entre líderes e empresários do agronegócio mato-grossense-, visitará startups, empresas, institutos de pesquisa, universidade.

    Startups AgTech da Índia

    Segundo o superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), Daniel Latorraca, a Índia é referência em novas tecnologias no mundo. “Para o AgriHub, é importante conhecer os casos de sucesso indianos. A viagem se tornou possível porque o país também pode ser um grande potencial consumidor dos nossos grãos de soja não transgênica, feijão e pulses”, diz Latorraca.

    Com 1,3 bilhão de habitantes, a Índia é o segundo país mais populoso do mundo depois da China. Metade da população depende da agricultura, que vem ganhando um novo cenário com os investimentos em tecnologia.

    As startups estão revolucionando quase todos os segmentos da economia indiana, segundo análise do AgriHub. Entre as cidades visitadas pela Missão Técnica AgriHub estará a Hyderabad, capital do estado Telangana, considerada a capital tecnológica do país. O governo local identificou a tecnologia da informação, biotecnologia e produtos farmacêuticos como áreas de enfoque para o desenvolvimento.

    Na programação, o Sistema Famato promoverá no dia 27 de agosto, a partir das 14h, um seminário para startups e empresas de Nova Delhi, a capital indiana. O adido agrícola, Dalci Bagolin, e o chefe da seção de tecnologia e inovação da embaixada brasileira na Índia, Pedro Ivo Ferraz da Silva, integrarão a comitiva e participam da organização do seminário junto com a Famato.

    “Vamos apresentar informações sobre o agronegócio de Mato Grosso, como é nossa produção de soja, milho e algodão e as ações desenvolvidas pelo AgriHub”, diz o produtor rural e consultor da Famato, Ricardo Arioli.

    Durante o seminário, o presidente corporativo da UPL, Sagar Kaushik, fará uma apresentação sobre as oportunidades na Índia e no Brasil. A empresa do segmento de agroquímicos é focada em desenvolver soluções diferenciadas para a agricultura e está distribuída em 124 países.

    Entre os participantes da missão estão lideranças da Famato, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-MT), Instituto Soja Livre, Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Associação dos Produtores de Semente de Mato Grosso (Aprosmat) e Conselho Brasileiro de Feijão e Pulses (CBFP).

    Esta é a terceira missão técnica promovida pelo AgriHub. A primeira foi em 2016 no Vale do Silício, na Califórnia, e a segunda em 2017 em Israel.

    O post AgriHub organiza missão para conhecer startups AgTech da Índia e busca oportunidades de negócios apareceu primeiro em StartAgro.

    AgriHub organiza missão para conhecer startups AgTech da Índia e busca oportunidades de negócios

    Startups Agtech da Índia

    Grupo quer conhecer cases de sucesso de startups AgTech da Índia e promover intercâmbio comercial, que pode resultar em vendas futuras de grãos de soja não transgênica e feijão

    O projeto AgriHub, do Sistema Famato, iniciou uma missão técnica para conhecer as novas tecnologias e o ecossistema de startups AgTech da Índia, um dos principais países no ranking global do ecossistema de startups. Iniciada nesta quinta-feira (23/08), a jornada se estende até 1º de setembro, quando o grupo participará da 10ª Feira AgriTech em Bangalore, capital do estado de Karnataka. A AgriTech Índia é uma feira internacional de agronegócio voltada à exposição de equipamentos, produtos e soluções tecnológicas. A estimativa dos organizadores é receber cerca de 40 mil visitantes.

    “O AgriHub foi convidado para participar dessa feira. Será uma oportunidade interessante para conhecer as ideias e inovações das empresas e startups indianas e de outros países que trabalham com gestão de irrigação, manejo de solo, logística e armazenamento, por exemplo”, afirma o segundo vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Marcos da Rosa.

    Além de ir à feira, o grupo que participara da missão técnica, composta por 15 participantes - entre líderes e empresários do agronegócio mato-grossense-, visitará startups, empresas, institutos de pesquisa, universidade.

    Startups AgTech da Índia

    Segundo o superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), Daniel Latorraca, a Índia é referência em novas tecnologias no mundo. “Para o AgriHub, é importante conhecer os casos de sucesso indianos. A viagem se tornou possível porque o país também pode ser um grande potencial consumidor dos nossos grãos de soja não transgênica, feijão e pulses”, diz Latorraca.

    Com 1,3 bilhão de habitantes, a Índia é o segundo país mais populoso do mundo depois da China. Metade da população depende da agricultura, que vem ganhando um novo cenário com os investimentos em tecnologia.

    As startups estão revolucionando quase todos os segmentos da economia indiana, segundo análise do AgriHub. Entre as cidades visitadas pela Missão Técnica AgriHub estará a Hyderabad, capital do estado Telangana, considerada a capital tecnológica do país. O governo local identificou a tecnologia da informação, biotecnologia e produtos farmacêuticos como áreas de enfoque para o desenvolvimento.

    Na programação, o Sistema Famato promoverá no dia 27 de agosto, a partir das 14h, um seminário para startups e empresas de Nova Delhi, a capital indiana. O adido agrícola, Dalci Bagolin, e o chefe da seção de tecnologia e inovação da embaixada brasileira na Índia, Pedro Ivo Ferraz da Silva, integrarão a comitiva e participam da organização do seminário junto com a Famato.

    “Vamos apresentar informações sobre o agronegócio de Mato Grosso, como é nossa produção de soja, milho e algodão e as ações desenvolvidas pelo AgriHub”, diz o produtor rural e consultor da Famato, Ricardo Arioli.

    Durante o seminário, o presidente corporativo da UPL, Sagar Kaushik, fará uma apresentação sobre as oportunidades na Índia e no Brasil. A empresa do segmento de agroquímicos é focada em desenvolver soluções diferenciadas para a agricultura e está distribuída em 124 países.

    Entre os participantes da missão estão lideranças da Famato, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-MT), Instituto Soja Livre, Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Associação dos Produtores de Semente de Mato Grosso (Aprosmat) e Conselho Brasileiro de Feijão e Pulses (CBFP).

    Esta é a terceira missão técnica promovida pelo AgriHub. A primeira foi em 2016 no Vale do Silício, na Califórnia, e a segunda em 2017 em Israel.

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