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    Projeto é oportunidade para startups dos mais variados setores, entre eles o agronegócio, fazerem networking e encontrarem investidores. Veja mais detalhes 

    As inscrições para a 5ª edição do programa Startup & Makers, que será realizada dentro da 11ª Campus Party Brasil, estão abertas. O evento está programado para ocorrer entre os dias 30 de janeiro e 4 de fevereiro de 2018, no Pavilhão de exposições do Anhembi, em São Paulo. Quem tiver interesse em participar tem até 23 de novembro para se inscrever gratuitamente por meio deste link.

    Na edição 2018 do evento, o programa contará com 80 startups Early Stage  (projetos iniciantes, já com os primeiros protótipos criados e ainda testados que não receberam investimento), 80 na categoria Growth Stage (startups avançadas, com uma equipe formada e desenvolvida, produtos lançados no mercado, com ou sem investimento, que já possuam faturamento) e um grupo de makers - entusiastas que são capazes de criar, construir, modificar ou fabricar objetos e/ou projetos, com ou sem o uso de tecnologia, englobando diversas áreas como internet das coisas, fabricação digital, eletrônica, software, robótica, games e impressão 3D. Todas ficarão na área Open Campus, que é gratuita e aberta ao público, entre 31 de janeiro e 3 de fevereiro.

    “O Startup & Makers é um programa criado em 2011 e que já ajudou mais de 1000 empresas embrionárias no país. Não se trata apenas de oferecer aos jovens empreendedores um espaço de exposição, mas sim uma oportunidade para trocarem contatos e conhecimentos, fazerem networking, participarem de mentorias e quem sabe encontrarem investidores, incubadoras e aceleradoras”, afirma Tonico Novaes, diretor-geral da Campus Party Brasil.

    Seleção

    Depois de encerradas as inscrições, os projetos passarão por um comitê de seleção, que levará em consideração critérios como maturidade,  modelo de negócios, equipe e inovação. No caso dos projetos da categoria makers, serão considerados quesitos como detalhamento e clareza da proposta apresentada, sinergia com as temáticas da Campus Party Brasil e a cultura maker, originalidade, criatividade e interatividade com tecnologia e inovação, e impacto social.

    A divulgação final dos selecionados será feita através das mídias da Campus Party no dia no dia 09 de dezembro 2017.

    Confira abaixo o cronograma do programa Startups & Makers:

    • 27/10/2017 a 23/11/2017– Inscrições
    • 24/11/2017 a 08/12/2017–Seleção
    • 09/12/2017– Divulgação dos selecionados
    • 11/12/2017 a 20/12/2017- Confirmação de presença

    Os selecionados que não confirmarem sua presença dentro do prazo indicado serão automaticamente desclassificadas e a sua vaga será oferecida a outros projetos seguindo a ordem de seleção.

    • 05/01/2018– Divulgação dos selecionados da segunda chamada
    • 08/01/2018 e 12/01/2018– Confirmação de presença da segunda chamada
    • 13/01/2018– Divulgação final dos projetos selecionados
    • 15/01/2017– Envio do manual do expositor e códigos de ativação de credencial para os selecionados
    • 19/01/2018– Conferência via Facebook no perfil da Campus Party Brasil (https://www.facebook.com/campuspartybrasil/) de alinhamento de exposição com base no manual e regulamento
    • 31/01 e 01/02– Exposição Growth stage/makers
    • 02/02 e 03/02– Exposição Early Stage/makers

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    Campus Party 2018 abre inscrições para programa de empreendedorismo

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    Projeto é oportunidade para startups dos mais variados setores, entre eles o agronegócio, fazerem networking e encontrarem investidores. Veja mais detalhes 

    As inscrições para a 5ª edição do programa Startup & Makers, que será realizada dentro da 11ª Campus Party Brasil, estão abertas. O evento está programado para ocorrer entre os dias 30 de janeiro e 4 de fevereiro de 2018, no Pavilhão de exposições do Anhembi, em São Paulo. Quem tiver interesse em participar tem até 23 de novembro para se inscrever gratuitamente por meio deste link.

    Na edição 2018 do evento, o programa contará com 80 startups Early Stage  (projetos iniciantes, já com os primeiros protótipos criados e ainda testados que não receberam investimento), 80 na categoria Growth Stage (startups avançadas, com uma equipe formada e desenvolvida, produtos lançados no mercado, com ou sem investimento, que já possuam faturamento) e um grupo de makers - entusiastas que são capazes de criar, construir, modificar ou fabricar objetos e/ou projetos, com ou sem o uso de tecnologia, englobando diversas áreas como internet das coisas, fabricação digital, eletrônica, software, robótica, games e impressão 3D. Todas ficarão na área Open Campus, que é gratuita e aberta ao público, entre 31 de janeiro e 3 de fevereiro.

    “O Startup & Makers é um programa criado em 2011 e que já ajudou mais de 1000 empresas embrionárias no país. Não se trata apenas de oferecer aos jovens empreendedores um espaço de exposição, mas sim uma oportunidade para trocarem contatos e conhecimentos, fazerem networking, participarem de mentorias e quem sabe encontrarem investidores, incubadoras e aceleradoras”, afirma Tonico Novaes, diretor-geral da Campus Party Brasil.

    Seleção

    Depois de encerradas as inscrições, os projetos passarão por um comitê de seleção, que levará em consideração critérios como maturidade,  modelo de negócios, equipe e inovação. No caso dos projetos da categoria makers, serão considerados quesitos como detalhamento e clareza da proposta apresentada, sinergia com as temáticas da Campus Party Brasil e a cultura maker, originalidade, criatividade e interatividade com tecnologia e inovação, e impacto social.

    A divulgação final dos selecionados será feita através das mídias da Campus Party no dia no dia 09 de dezembro 2017.

    Confira abaixo o cronograma do programa Startups & Makers:

    • 27/10/2017 a 23/11/2017– Inscrições
    • 24/11/2017 a 08/12/2017–Seleção
    • 09/12/2017– Divulgação dos selecionados
    • 11/12/2017 a 20/12/2017- Confirmação de presença

    Os selecionados que não confirmarem sua presença dentro do prazo indicado serão automaticamente desclassificadas e a sua vaga será oferecida a outros projetos seguindo a ordem de seleção.

    • 05/01/2018– Divulgação dos selecionados da segunda chamada
    • 08/01/2018 e 12/01/2018– Confirmação de presença da segunda chamada
    • 13/01/2018– Divulgação final dos projetos selecionados
    • 15/01/2017– Envio do manual do expositor e códigos de ativação de credencial para os selecionados
    • 19/01/2018– Conferência via Facebook no perfil da Campus Party Brasil (https://www.facebook.com/campuspartybrasil/) de alinhamento de exposição com base no manual e regulamento
    • 31/01 e 01/02– Exposição Growth stage/makers
    • 02/02 e 03/02– Exposição Early Stage/makers

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  • Maconha

    Da Plant Project

    Não se assuste se, de repente, aquele seu amigo conservador surgir com um discurso ao estilo “legalize já”. A opinião dele em relação à maconha pode não ter nada a ver com o uso pessoal da erva, mas sim com seu bolso. Sim, a erva agora é motivo de investimento financeiro. O movimento de legalização da cannabis nos Estados Unidos e no Canadá tem levado a uma forte valorização de empresas que orbitam nessa indústria.

    Somente nos dois primeiros meses desse ano, o índice de cannabis da Viridian Capital Advisors, que reúne ações de 50 empresas, subiu 20%, contra 5% do Dow Jones. A alta teria sido ainda mais expressiva não fosse um comentário do porta-voz do governo Donald Trump: no final de fevereiro, Sean Spicer deixou no ar a possibilidade de uma maior interferência do governo federal sobretudo nos estados onde o uso pessoal da maconha é permitido.

    LEIA TAMBÉM
    PESQUISA INÉDITA MOSTRA COMO A CIDADE VÊ O AGRO
    NA PISTA DA AGRICULTURA ORGÂNICA
    CARRO ELÉTRICO MOVIDO A ETANOL

    No entanto, aceitam na tendência de legalização como um caminho sem volta. “As pesquisas mostram que a maioria dos americanos é a favor da legalização, pelo menos para fins medicinais. É impossível imaginar um recuo nesse aspecto”, diz Harrison Phillips, analista e vice-presidente da Viridian. Nos Estados Unidos, já são 28 estados onde o uso de princípios ativos presentes na erva é liberado para uso médico.

    Destes estados, oito também permitem que a maconha seja consumida para fins recreativos, entre eles a Califórnia. Outro que segue essa tendência é o Canadá, onde a legalização para fins medicinais vale para todo o país. No mês passado, a Bolsa de Valores de Toronto anunciou a criação de seu primeiro fundo setorial voltado à indústria da maconha. As ações da maior empresa que compõe o fundo, a farmacêutica Aphria, subiram 80% nos últimos seis meses.

    Maconha e inovação tecnológica

    Segundo a editora Arcview, especializada em relatórios e pesquisas sobre a indústria da maconha, no ano passado o faturamento do setor (incluindo EUA e Canadá) cresceu 30% em relação a 2015, chegando a US$ 6,7 bilhões. A expectativa é de uma expansão de aproximadamente 25% ao ano até 2021, quando esse mercado na América do Norte deverá atingir US$ 20,2 bilhões. As maiores companhias do setor são químicas ou farmacêuticas, como a GW Pharmaceuticals, cujo valor de mercado chega a US$ 3 bilhões. Mas há também grandes produtores, como a canadense Canopy Growth, avaliada em US$ 800 milhões.

    Além de manter uma área plantada de 350 mil metros quadrados, a empresa ainda conta com um laboratório para manipulação e produção de sementes geneticamente idênticas. “O nível de inovação tecnológica no setor é altíssimo”, diz Phillips. Um estudo feito pela New Frontier Data prevê que, até 2020, a indústria em torno da cannabis terá criado mais de 250 mil empregos, mais até do que a indústria de manufaturados. De fato, a turma do “legalize já” só vem ganhando bons argumentos.

    Acompanhe também a plataforma Plant Project

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    Por que a maconha é tendência no agro e como a tecnologia entra na história

    Maconha

    Da Plant Project

    Não se assuste se, de repente, aquele seu amigo conservador surgir com um discurso ao estilo “legalize já”. A opinião dele em relação à maconha pode não ter nada a ver com o uso pessoal da erva, mas sim com seu bolso. Sim, a erva agora é motivo de investimento financeiro. O movimento de legalização da cannabis nos Estados Unidos e no Canadá tem levado a uma forte valorização de empresas que orbitam nessa indústria.

    Somente nos dois primeiros meses desse ano, o índice de cannabis da Viridian Capital Advisors, que reúne ações de 50 empresas, subiu 20%, contra 5% do Dow Jones. A alta teria sido ainda mais expressiva não fosse um comentário do porta-voz do governo Donald Trump: no final de fevereiro, Sean Spicer deixou no ar a possibilidade de uma maior interferência do governo federal sobretudo nos estados onde o uso pessoal da maconha é permitido.

    LEIA TAMBÉM
    PESQUISA INÉDITA MOSTRA COMO A CIDADE VÊ O AGRO
    NA PISTA DA AGRICULTURA ORGÂNICA
    CARRO ELÉTRICO MOVIDO A ETANOL

    No entanto, aceitam na tendência de legalização como um caminho sem volta. “As pesquisas mostram que a maioria dos americanos é a favor da legalização, pelo menos para fins medicinais. É impossível imaginar um recuo nesse aspecto”, diz Harrison Phillips, analista e vice-presidente da Viridian. Nos Estados Unidos, já são 28 estados onde o uso de princípios ativos presentes na erva é liberado para uso médico.

    Destes estados, oito também permitem que a maconha seja consumida para fins recreativos, entre eles a Califórnia. Outro que segue essa tendência é o Canadá, onde a legalização para fins medicinais vale para todo o país. No mês passado, a Bolsa de Valores de Toronto anunciou a criação de seu primeiro fundo setorial voltado à indústria da maconha. As ações da maior empresa que compõe o fundo, a farmacêutica Aphria, subiram 80% nos últimos seis meses.

    Maconha e inovação tecnológica

    Segundo a editora Arcview, especializada em relatórios e pesquisas sobre a indústria da maconha, no ano passado o faturamento do setor (incluindo EUA e Canadá) cresceu 30% em relação a 2015, chegando a US$ 6,7 bilhões. A expectativa é de uma expansão de aproximadamente 25% ao ano até 2021, quando esse mercado na América do Norte deverá atingir US$ 20,2 bilhões. As maiores companhias do setor são químicas ou farmacêuticas, como a GW Pharmaceuticals, cujo valor de mercado chega a US$ 3 bilhões. Mas há também grandes produtores, como a canadense Canopy Growth, avaliada em US$ 800 milhões.

    Além de manter uma área plantada de 350 mil metros quadrados, a empresa ainda conta com um laboratório para manipulação e produção de sementes geneticamente idênticas. “O nível de inovação tecnológica no setor é altíssimo”, diz Phillips. Um estudo feito pela New Frontier Data prevê que, até 2020, a indústria em torno da cannabis terá criado mais de 250 mil empregos, mais até do que a indústria de manufaturados. De fato, a turma do “legalize já” só vem ganhando bons argumentos.

    Acompanhe também a plataforma Plant Project

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  • Nos EUA, estima-se que 52% dos agricultores já utilizem alguma forma de direção automática

    O brasileiro que vive nas principais capitais do País conhece e se orgulha do trabalho realizado pela imensa cadeia que atua nas empresas rurais, muitas vezes bem longe dos grandes centros. Essas são algumas das primeiras conclusões obtidas pela PESQUISA PLANT PROJECT-JH/B2F-BRIDGE RESEARCH - A PERCEPÇÃO DO CAMPO NA CIDADE, divulgadas na quarta-feira, 8 de novembro, durante o painel “Agronegócio, a Marca do Brasil”, que encerrou a programação do Auditório Futuro Fértil na HSM Expo 2017 (confira, em vídeo, como foi o painel).

    De acordo com o estudo – que buscou identificar de que forma o meio urbano entende, avalia e se sente conectado ao Agronegócio – a resposta “orgulho” foi apontada por 96% dos 1022 entrevistados quando questionados sobre qual seria o seu sentimento no caso de o Brasil assumir internacionalmente sua vocação de País do Agronegócio – apenas 4% citaram vergonha. A imensa maioria (86%) afirma já ter algum conhecimento sobre o segmento.

    O estudo

    O estudo - que se propõe a gerar insights para a formulação de políticas de desenvolvimento e até de comunicação para governos e empresas associadas ao setor – foi realizado em parceria pela plataforma Plant Project, especializada em conteúdo voltado para os líderes do Agronegócio -- e seus parceiros JH-B2F e Bridge Resarch, nos últimos 30 dias, nas principais capitais brasileiras, de todas as regiões.

    Foram entrevistadas pessoas de todas as classes sociais e níveis de escolaridade, trazendo informações surpreendentes para quem atua nos mais diversos elos das cadeias produtivas agropecuárias e agroindustriais. “A maior parte das respostas mostra uma percepção altamente positiva do Agronegócio entre os habitantes das grandes cidades, o que abre espaço para que o setor crie estratégias mais diretas de comunicação com o consumidor, esclarecendo sobretudo pontos sensíveis como os relacionados com segurança alimentar e questões ambientais”, afirma Luiz Fernando Sá, sócio e diretor editorial da PLANT PROJECT.

    Os resultado completo da pesquisa será divulgado na edição 07 da revista PLANT PROJECT, que circulará no início de dezembro, nas versões impressa e digital.

    A divulgação dos primeiros resultados do estudo dentro do maior evento sobre gestão e educação executiva da América Latina reforça o espírito do trabalho, que visa a compreender a melhor maneira de fazer as conexões entre consumidores urbanos e o universo empresarial rural.

    Em 2017 a HSM Expo preparou, pela primeira vez, um espaço dedicado exclusivamente a promover debates sobre o agronegócio, segmento que responde por cerca de um quarto do PIB brasileiro. O Auditório Futuro Fértil foi resultado de uma parceria da HSM com as plataformas Plant Project e StartAgro, especializadas em comunicação para o setor e sobre inovação e tecnologia voltadas para a agropecuária. O projeto tem patrocínio diamante da Caixa e patrocínio ouro da SAP.

    Confira mais detalhes sobre o estudo no site da Plant Project.

    O post Pesquisa inédita mostra como a cidade vê o agro apareceu primeiro em StartAgro.

    Pesquisa inédita mostra como a cidade vê o agro

    Nos EUA, estima-se que 52% dos agricultores já utilizem alguma forma de direção automática

    O brasileiro que vive nas principais capitais do País conhece e se orgulha do trabalho realizado pela imensa cadeia que atua nas empresas rurais, muitas vezes bem longe dos grandes centros. Essas são algumas das primeiras conclusões obtidas pela PESQUISA PLANT PROJECT-JH/B2F-BRIDGE RESEARCH - A PERCEPÇÃO DO CAMPO NA CIDADE, divulgadas na quarta-feira, 8 de novembro, durante o painel “Agronegócio, a Marca do Brasil”, que encerrou a programação do Auditório Futuro Fértil na HSM Expo 2017 (confira, em vídeo, como foi o painel).

    De acordo com o estudo – que buscou identificar de que forma o meio urbano entende, avalia e se sente conectado ao Agronegócio – a resposta “orgulho” foi apontada por 96% dos 1022 entrevistados quando questionados sobre qual seria o seu sentimento no caso de o Brasil assumir internacionalmente sua vocação de País do Agronegócio – apenas 4% citaram vergonha. A imensa maioria (86%) afirma já ter algum conhecimento sobre o segmento.

    O estudo

    O estudo - que se propõe a gerar insights para a formulação de políticas de desenvolvimento e até de comunicação para governos e empresas associadas ao setor – foi realizado em parceria pela plataforma Plant Project, especializada em conteúdo voltado para os líderes do Agronegócio -- e seus parceiros JH-B2F e Bridge Resarch, nos últimos 30 dias, nas principais capitais brasileiras, de todas as regiões.

    Foram entrevistadas pessoas de todas as classes sociais e níveis de escolaridade, trazendo informações surpreendentes para quem atua nos mais diversos elos das cadeias produtivas agropecuárias e agroindustriais. “A maior parte das respostas mostra uma percepção altamente positiva do Agronegócio entre os habitantes das grandes cidades, o que abre espaço para que o setor crie estratégias mais diretas de comunicação com o consumidor, esclarecendo sobretudo pontos sensíveis como os relacionados com segurança alimentar e questões ambientais”, afirma Luiz Fernando Sá, sócio e diretor editorial da PLANT PROJECT.

    Os resultado completo da pesquisa será divulgado na edição 07 da revista PLANT PROJECT, que circulará no início de dezembro, nas versões impressa e digital.

    A divulgação dos primeiros resultados do estudo dentro do maior evento sobre gestão e educação executiva da América Latina reforça o espírito do trabalho, que visa a compreender a melhor maneira de fazer as conexões entre consumidores urbanos e o universo empresarial rural.

    Em 2017 a HSM Expo preparou, pela primeira vez, um espaço dedicado exclusivamente a promover debates sobre o agronegócio, segmento que responde por cerca de um quarto do PIB brasileiro. O Auditório Futuro Fértil foi resultado de uma parceria da HSM com as plataformas Plant Project e StartAgro, especializadas em comunicação para o setor e sobre inovação e tecnologia voltadas para a agropecuária. O projeto tem patrocínio diamante da Caixa e patrocínio ouro da SAP.

    Confira mais detalhes sobre o estudo no site da Plant Project.

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  • Soja

    O terceiro e último dia de programação do auditório Futuro Fértil, espaço dedicado ao agronegócio na HSM Expo 2017, traz debates sobre temas que tem conectado cada vez mais o consumidor urbano ao meio rural.A gestão de sustentabilidade nas empresas do setor, a produção de orgânicos em larga escala e uma pesquisa inédita sobre a percepção do campo na cidade serão os temas dos paineis que acontecerão nesta quarta-feira. Todos com transmissão ao vivo pelo Facebook da StartAgro e da Plant Project.

    Confira abaixo a programação:

    Dia 8

    12h00-12h45 Futuro da Comida

    Tema: Gestão para Sustentabilidade no Agronegócio.

    Caio Penido, Presidente do Grupo Roncador, e Fabiana Alves, Diretora do Rabobank

    14h30-15h30 – Inspiradores Top Farmers

    Tema: Do nicho à exportação –como quebrar paradigmas e produzir orgânicos em grande escala.

    Convidados: Marcelo Marzola, CEO da PPD Holding (Fazenda da Toca), Marcela Scavone, gerente de Cadeia de Valor e Sustentabilidade da Mãe Terra, e Rodrigo Iafelice dos Santos, Diretor de Desenvolvimento de Negocios, Grupo Cantagalo (CGG Trading).

    16h00-17h00

    Tema: Agronegócio, a Marca do Brasil

    Apresentação de Pesquisa Inédita Plant Project – A Percepção do Campo na Cidade e lançamento da Carta Aberta em Defesa do Agronegócio,documento que propõe a adoção de uma série de medidas de valorização do setor, tanto nos meios públicos quanto privados.

    Participantes: Arnaldo Jardim, Secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo; Gulherme Soarez, CEO da HSM; Renato Trindade, sócio da Bridge Research; João Hilário da Silva Jr., sócio da JH/B2F; Luiz Fernando Sá, Plant Project

     

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    Futuro fértil, dia 3: Sustentabilidade e orgânicos em destaque na HSM Expo

    Soja

    O terceiro e último dia de programação do auditório Futuro Fértil, espaço dedicado ao agronegócio na HSM Expo 2017, traz debates sobre temas que tem conectado cada vez mais o consumidor urbano ao meio rural.A gestão de sustentabilidade nas empresas do setor, a produção de orgânicos em larga escala e uma pesquisa inédita sobre a percepção do campo na cidade serão os temas dos paineis que acontecerão nesta quarta-feira. Todos com transmissão ao vivo pelo Facebook da StartAgro e da Plant Project.

    Confira abaixo a programação:

    Dia 8

    12h00-12h45 Futuro da Comida

    Tema: Gestão para Sustentabilidade no Agronegócio.

    Caio Penido, Presidente do Grupo Roncador, e Fabiana Alves, Diretora do Rabobank

    14h30-15h30 – Inspiradores Top Farmers

    Tema: Do nicho à exportação –como quebrar paradigmas e produzir orgânicos em grande escala.

    Convidados: Marcelo Marzola, CEO da PPD Holding (Fazenda da Toca), Marcela Scavone, gerente de Cadeia de Valor e Sustentabilidade da Mãe Terra, e Rodrigo Iafelice dos Santos, Diretor de Desenvolvimento de Negocios, Grupo Cantagalo (CGG Trading).

    16h00-17h00

    Tema: Agronegócio, a Marca do Brasil

    Apresentação de Pesquisa Inédita Plant Project – A Percepção do Campo na Cidade e lançamento da Carta Aberta em Defesa do Agronegócio,documento que propõe a adoção de uma série de medidas de valorização do setor, tanto nos meios públicos quanto privados.

    Participantes: Arnaldo Jardim, Secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo; Gulherme Soarez, CEO da HSM; Renato Trindade, sócio da Bridge Research; João Hilário da Silva Jr., sócio da JH/B2F; Luiz Fernando Sá, Plant Project

     

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